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“Políticos"...
Quando oiço alguns políticos a chamar a si o equilíbrio económico da Câmara Municipal, quando na verdade desde o ano de
Quando os trabalhadores camarários, num clima de terror e coação política, são abordados por mandatários laranja informando-os da futura falta de condições na continuidade do seu posto de trabalho….sinto vergonha!
Quando o clientelismo laranja supera as habilitações nas preferências de ocupação de lugares... sinto vergonha!
Quando as pequenas e médias empresas estão espartilhadas por mais de 7 (sete) meses, entre a obrigatoriedade de fazer e a necessidade de receber… sinto vergonha!
Quando os feitos colectivos são glória pessoal e os erros individuais são inépcia colectiva… sinto vergonha!
Quando a mentira é arma de arremesso eleitoral, por falta de argumentos credíveis e inovadores, para merecer a apreciação favorável dos cadavalenses… sinto vergonha!
Este é o caminho de quem sem reciprocidade dos seus actos, caminha num vazio de ideias, onde é notório o avolumar de actividades de desencanto, sonegando a verdade num enclave de vassalagem e compromissos fúteis.
Este é o acto que tem de ser denunciado, não podemos calar estas atitudes sob pena de perdermos a nossa identidade e hipotecarmos o futuro do Cadaval.
Como diz Saramago “ Aqui na terra a fome e miséria...continuam”
… desavergonhados”
FUSÃO DAS EMPRESAS MULTIMUNICIPAIS RESIOESTE E VALORSUL
O Senhor Presidente da Câmara Municipal do Cadaval convocou, na passada 3ª feira uma reunião extraordinária da Câmara, para hoje, dia 26 de Junho, às 18.00h, para a qual convidou a estar presentes os líderes das bancadas da Assembleia Municipal, com o objectivo de se avaliar da possibilidade de inclusão na Ordem de Trabalhos da sessão de hoje desta Assembleia Municipal, de um ponto referente à fusão das empresas multimunicipais Resioeste e Valorsul.
Sobre o assunto entendemos que a transparência, a capacidade de aprendermos com as experiências do passado e, acima de tudo, a defesa dos interesses do nosso concelho e dos nossos munícipes devem estar acima de quaisquer interesses partidários ou de outra ordem.
Assim, a Assembleia Municipal, reunida
- Delibera, independentemente das razões, causas, consequências e deliberações que sobre o assunto os participantes nesta sessão e a própria Assembleia Municipal entendam por bem tomar, aprovar um VOTO DE CENSURA à Câmara Municipal, pela falta de transparência com que tem vindo a acompanhar todo este processo, onde, e apesar de pertencer ao Conselho de Administração da Resioeste e por isso mesmo possuir informação privilegiada, nada, ou quase nada, tem dito até agora a esta Assembleia Municipal;
- Delibera solicitar ao representante da Câmara Municipal na Resioeste que esclareça esta Assembleia Municipal das posições que tem assumido no Conselho de Administração da empresa, sobre o processo de fusão das duas entidades;
- Delibera recomendar à Câmara Municipal que, anteriormente a qualquer deliberação sobre este assunto, proceda à consulta prévia das Assembleias de Freguesia de Pêro Moniz e Vilar e do Movimento Pró-Informação;
- Delibera ainda recomendar à Câmara Municipal que informe e proceda à audição dos trabalhadores da Resioeste em tudo o que diga respeito à salvaguarda dos seus postos de trabalho.
O Grupo Municipal do P.S.
( A presente Moção não foi admitida à discussão na Assembleia Municipal porque
o PSD (contrariamente à prática democrática instituída na A.M. do Cadaval,
que sempre admitiu à discussão todas as moções/recomendações apresentadas
pelos Grupos Municipais) não permitiu a sua inclusão na ordem de trabalhos. )
Programa de Pré-campanha dia 20 de Maio
14.30h - Visita a unidades de produção agro-industrial, com Ana Gomes (Adega Coop. Cadaval e Fruteira do Paínho);
16h - Visita a exploração agrícola, com Ana Gomes e Rui Barreiro (Hortícola do Oeste, Silveira/Torres Vedras);
17.30h - Visita a zona de regeneração urbana (Mercado Municipal e Centro Histórico) e passeio pelas ruas do comércio, com Ana Gomes e Rui Barreiro (Torres Vedras)
21.30h - Inauguração da Feira da Ascensão, com Edite Estrela, Correia de Campos e Rui Barreiro (Alenquer)
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A FRO - Federação Regional do Oeste, convida-a/o a participar no Seminário de Formação Autárquica realizado em conjunto com a Fundação Res-publica.
A referida formação vai realizar-se no próximo dia 16 de Maio, pelas 9, 30 h., no Auditório Municipal de Torres Vedras
INSCRIÇÕES: 96 7008749 / 91 7462551 / 93 4261289
Email: geral@fro-ps.com
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A Assembleia Municipal do Cadaval, organizou uma Sessão Solene sobre o 25 de Abril, onde intervieram não só os representantes dos partidos com assento na Assembleia Municipal como também dos alunos do Agrupamento de Escolas do Cadaval e da Escola Secundária c/3.º Ciclo de Montejunto.
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A representação do grupo Municipal do Partido Socialista, ficou a cargo do Dr. Filipe Pereira.
“Vencer o Desafio…”
“Como acredito na razão das causas e nos objectivos que me proponho defender e implementar e, como acredito também nas mulheres e nos homens que vivem e trabalham no nosso concelho, não desisto do desafio da mudança necessária para recuperar o tempo perdido nestes 8 últimos anos, e enfrento com confiança e determinação a actual crise que o país e o mundo atravessam.”
“Candidato-me por convicção e por amor à minha terra e por querer que o concelho do Cadaval deixe de ser o parente pobre duma região rica, e passe a ser um concelho com uma Qualidade de Vida e uma Ruralidade notáveis, no panorama regional e nacional.”
“É a 3ª vez que encabeço a lista do Partido Socialista a este órgão autárquico, mas também, como o povo diz e espero que assim seja, às três é de vez, pelo que o faço com o mesmo, ou até com maior entusiasmo com que o fiz na primeira vez, respeitando, sem qualquer ressentimento ou reserva, as regras democráticas e confessando-vos que, à medida que o tempo passa, sinto com maior certeza a grande necessidade de mudança que existe no nosso concelho.”
No momento em que as diversas candidaturas se começam a colocar no terreno, não posso deixar de dedicar este espaço à determinação, à persistência e, porque não dizê-lo, à coragem da Arquitecta Maria João Botelho. As palavras acima transcritas, melhor que quaisquer outras que eu conseguisse escrever, estão na primeira pessoa e demonstram essas qualidades. Eu, no seu lugar, por mais consciente que estivesse da validade do meu projecto, provavelmente já teria desistido. Não por não acreditar no projecto mas sim por cansaço. É preciso ter muita determinação e coragem para enfrentar, pela terceira vez consecutiva, este desafio eleitoral.
Poder-se-á perguntar: Porque se recandidata? Que ganha com isso?
Pelo conhecimento que adquiri ao longo destes últimos 16 anos de convivência com a Arquitecta Maria João, permito-me responder que não ganha nada, entendendo como nada aquilo que, numa perspectiva mais egoísta, colocamos nos pratos da balança. Não vai ganhar mais do que já ganha, não vai exercer um cargo com mais responsabilidade do que aquele que está a desempenhar, não se vai colocar numa posição mais favorável perante o aparelho de estado do que já está. Então porque se (re)candidata? Recandidata-se numa posição de quem pode dar sem nada esperar em troca, a não ser, evidentemente, reconhecimento social e a satisfação do cumprimento do dever de cidadania que consiste em colocar o social acima do individual. Por isso somos socialistas.
Independentemente das motivações (as quais eu sei serem estas), a Arquitecta Maria João Botelho, que parte com o lema “Desafio a Vencer”, tem que vencer um único desafio: fazer chegar às pessoas o seu projecto. O resto, aquela parte mais desagradável da política, já o Sr. Aristides e companhia fizeram. Não precisa de dizer que mentiram. Não precisa de dizer que prometeram e não cumpriram. Não precisa de dizer que desbarataram o dinheiro do município. Não precisa de dizer que as freguesias foram abandonadas em troca de obras de duvidosa necessidade na sede do concelho. Não precisa de dizer que as nossas ruas estão esburacadas. Não precisa de dizer que há muito mau-estar dentro dos funcionários municipais. Não precisa de dizer que o que mais tem funcionado no concelho do Cadaval (no tocante à Câmara Municipal) é a lei do cartão. Não precisa de dizer nada disso, porque isso, já todos sabem.
Todos sabem que a actual maioria na vereação (com alguns remendos, vá-se lá saber porquê) herdou, através do logro (será que o Aterro Sanitário do Oeste já foi encerrado?) uma situação financeira saudável, fruto do trabalho do ex-Presidente Valentim Carvalho Matias. Ele, que tinha “herdado” a Câmara Municipal numa situação de pré-bancarrota, ou seja, quase falida. Quem não se lembra?
Todos sabem que, no último mandato do Partido Socialista à frente da Câmara Municipal, conduzida na primeira parte por Valentim Matias e na fase final por Maria João Botelho, a Câmara foi dotada de instrumentos de planeamento e de projectos que levaram, na altura, o PSD a dizer que o endividamento da Câmara “caminhava” para um milhão de contos. Ou seja, começaram a fazer contas e verificaram que os projectos apresentados, caso fossem todos implementados, atingiriam esse valor. Era verdade. O município estava preparado para candidatar esses projectos caso houvesse oportunidade. E o que fizeram ao longo destes oito anos? Concluíram alguns dos projectos lançados pelo executivo PS. Abandonaram os projectos previstos para as freguesias e gastaram os recursos do município (que todos os anos têm vindo a aumentar mais que as competências recebidas) em gabinetes, assessores e admissão de compadres, paralelamente com obras necessárias, mas não de cariz faraónico, como as novas oficinas (para as quais já havia dinheiro e espaço) e a biblioteca municipal. Outras, como o centro de saúde, que estava protocolado com a administração central, não sairam do papel. E a consequência? A consequência é que o dinheiro nunca chega para tudo e, assim sendo, as freguesias foram abandonadas. Tirando uma ou duas (não vou dizer que eram do PSD), que obras tiveram?
E o futuro? Que nos reserva o futuro? Nada de bom se nada mudar. O concelho do Cadaval precisa de uma linha de rumo. Não pode continuar à deriva. Num momento em que os nossos vizinhos apresentam projectos para receberem as contrapartidas por o novo aeroporto de Lisboa não ficar na Ota, o Cadaval volta a apresentar o centro de saúde. Já estava apresentado. É pouco, mas é o que temos.
Com o seu perfil, com as suas habilitações e com a sua experiência, a Arquitecta Maria João Botelho, mais do que a pessoa indicada, é a pessoa necessária para liderar a equipa que venha a estar à frente da Câmara Municipal nos próximos anos. Planeamento e ordenamento do território são as suas mais fortes competências e é disso que o Cadaval mais necessita no momento presente. Por isso, todos os que nos preocupamos com o futuro do nosso concelho deveremos estar com ela e dar o nosso contributo. Pela minha parte, apesar de afastado da política activa nos últimos anos, estou disponível para dar o meu, seja ele qual for.
Só há um “desafio a vencer”: Chegar às pessoas. O resto existe.
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28 de Setembro de 2010
Sessão de Apresentação
da candidatura de Rui Pridêncio
à FRO-PS
"Um Oeste"
Na sede do PS Cadaval,
pelas 21 horas
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